Chove na capital, Chuva é chuva...
O que muda é onde ela cai.
No asfalto é tumulto e transtorno...
Em meu rosto é saudade e lembrança.
A chuva me fez lembrar o teu medo.
Teu medo me fez lembrar você.
Você me lembrou da saudade...
E a saudade trouxe a lágrima.
A lágrima manifesta o sentir...
Não o querer e o ter. Só o sentir.
Olho para o céu e não vejo estrelas.
Não há brilho... Está nublado.
Olho para as pessoas.
Também sem brilho. Estão nubladas.
Talvez consumidas pela rotina.
Golpeadas pelo assassino dos sonhos...
Há os que olham e não veem;
Há os que veem sem olhar, são os que sentem.
Enquanto lá fora há chuva e raios, aqui
dentro de minha mente tempestuosa há lágrimas e ideias...
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