Por algumas vezes tenho a impressão
que, tão somente, sobrevivemos.
Num frenético e compulsivo
contar de segundos, minutos, horas, dias,
semanas, meses, anos...
À espera, muitas vezes,
de algo que não fazemos a menor idéia do que
seja.
Por você tenho tentado,
cada vez mais, o meu melhor...
Mas tenho a impressão que não há nada além do
nada.
Dói lutar por algo que já não sei mais o que
é...
Em meio a tudo isso, sou um barco à vela
vagante no oceano...
Saí da proteção de um farol e sinto que
encontrei o que buscava:
O nada... Um imenso nada.
Eu não preciso ouvir a Adriana Partimpim pra
lembrar-me de ti...
Tão pouco o Emicida cantando Sol de Giz de
Cera...
Basta eu acordar, basta respirar.
Palavras explodem em minha mente.
Talvez fuga dessa realidade...
Talvez libertação dessa realidade...
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