A Saudade me falou de um novo Amor
E Eu tolo, cedi aos seus caprichos.
Abandonei o Vinho, parte de nosso triângulo Amoroso
Para colocar outra em seu lugar.
Ah Saudade, você sempre aprontando as suas...
Vinho, como fui ingrato.
Nosso Menage a trois se desfez para surgir outra coisa.
A Saudade, Eu e essa estranha que, até bem pouco tempo
atrás, não sabia seu nome.
Ela chega, não pede nem licença e nem desculpas.
Me segue, às vezes me persegue e sempre me alcança.
Chega, entra e se faz dona.
Revira tudo, faz chacota do estado que deixa as coisas ao
seu redor.
Ri com escárnio, sem pudor e sem culpa.
Tudo que penso ser meu, Ela toma posse.
Pensamento e sentimentos são invadidos pela sua presença.
Prometeu preencher o espaço que a saudade tem em minha Vida
E acreditei, como fui tolo, pois, falavas o que queria
ouvir.
Hoje sei teu nome e a forma como te insinuas para mim.
Lutamos até que a exaustão ou as lágrimas sejam nosso
epílogo.
Mas uma coisa é certa: A Vitória nunca lhe sorriu, apenas a
Derrota.
Sigo atento e resiliente às suas investidas.
E assim será.
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