Ao conjugar o verbo Amar,
deixamos que o Pretérito Imperfeito determinasse o modo em
que vivemos.
Na conjugação do verbo Viver,
misturamos o Passado com o Futuro.
Impusemos ao Sentir o modo Imperativo,
ordenando aquilo que não permite Ordem.
Mas não é a mesma coisa... Tão pouco o mesmo lugar.
Palavras disfarçadas pelo tempo
que passou...
Borradas pelas lágrimas de mágoa e tristeza...
Na tentativa vã de esquecê-las, são entoadas como mantra.
Nosso Amor é uma mentira, que insistimos em repetir.
Nossas palavras já não convencem nem a nós mesmos...
Quanto mais aos outros.
Lá fora, a chuva ...
Aqui dentro, o silêncio...
Quanta tolice.
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