Eu sempre me orgulhei em ser
mais do que sou agora...
Mas agora sou menos do que o
meu desprezo.
Tudo isso fui eu que
escolhi.
E eu me tornei uma sombra,
Criada pela luz que pensei
vir de ti...
No meu silêncio há brados de
solidão,
Que são acompanhados do
nada.
Eu acreditei naquilo que não
era verdade...
E quanto à verdade, dela fiz
uma mentira.
Os dias são contados,
Algo semelhante, a saber, o dia
que se vai morrer.
Mas o conto não é de fadas
ou então uma fábula...
São apenas mortes lentas e
sucessivas.
Sempre me orgulhei em ser
mais do que sou agora...
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