Minhas palavras são como espadas.
Ora afiadas, que a tudo transpassam,
ora cegas, sem a capacidade de ferir ou
cortar.
Elas são minhas defesas e meus ataques.
Meus pontos fortes e fracos.
Não confunda minhas palavras escritas com as
ditas...
As escritas podem pertencer a muitas pessoas,
já as ditas só a quem eu as disser...
Eu não disse o que você escutou e você não
escutou o que eu disse.
E quando digo isso, é escrito e falado...
Lido e sentido...
Lembrado e esquecido.
E no meu mundo chamado silêncio,
eu posso chorar sem medo de ter medo.
Preso a essa liberdade de ser o que nunca
serei novamente,
o que você quis que eu fosse um dia:
Um outro qualquer ou qualquer outro.
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